Thalyta foi presa em 2023 e, segundo a decisão, foi colocada em domiciliar, no entanto, acumulou 667 violações do monitoramento eletrônico naquele ano. Os registros apontam 246 infrações entre 15 de fevereiro e 8 de maio; outras 306 entre 10 de maio e 7 de agosto; e mais 125 ocorrências no período de 12 de agosto a 9 de outubro, evidenciando, conforme o magistrado, “volume expressivo de descumprimentos”.

