A polícia tem indícios de que o suspeito esteve próximo da família Aguiar, principalmente dos pais de Silvana, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, no dia do desaparecimento do casal — eles sumiram um dia depois da filha. Como Cristiano registrou a ocorrência, ele foi chamado para ser ouvido como testemunha. Após a prisão, ele permaneceu em silêncio durante o depoimento.

